Essa nova atualização ativa o AP 2.5 "adormecido" nos jogos desde Agosto de 2009. Bom, pra deixar mais claro, é o seguinte: Quando você atualizar o seu sistema para a Dashboard 13.141, os jogos que foram lançados a partir de Agosto de 2009 irão parar de rodar.
Pelo que vi em alguns sites é provável que esta nova dashboard troque também o firmware do XBOX para rodar o novo tipo de media que terá mais espaço, então pode ser que seja necessário desbloquear novamente.
Acredito que o melhor a se fazer seja esperar mais um pouco pra ver o que acontece.
Fonte 1
Fonte 2
terça-feira, 12 de abril de 2011
A partir de hoje o blog zerofonline também trará noticias do mundo dos games.
É isso aí galera, a partir de hoje o blog zerofonline estará postando também noticias do mundo dos games.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
DVD riscado e seu drive não consegue mais ler? Use o ddrescue!!!
O “ddrescue” está disponível nos repositórios do Ubuntu e pode ser instalo pela Central de programas do Ubuntu
Infelizmente a reparação é feita totalmente pelo terminal. Para executar a recuperação você deve digitar o seguinte comando:
sudo ddrescue /dev/cdrom imagem.iso |
Ao final do processo de recuperação, grave a imagem criada em uma nova mídia.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Governo lança em Brasília documento de identidade civil que substitui o RG
Camila Campanerut
Do UOL Notícias
Em Brasília Em cerimônia no Ministério da Justiça, o governo federal lançou nesta quinta-feira (30) o RIC (Registro de Identidade Civil) – o novo documento de identidade dos brasileiros que irá substituir o RG (Registro Geral).
Os três primeiros novos documentos foram entregues, durante a solenidade, ao presidente Lula, à primeira-dama, Marisa Letícia e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
O RIC irá reunir em um só cartão os números de documentos como CPF (Cadastro de Pessoa Física), carteira de trabalho, CNH (carteira nacional de habilitação), passaporte e o título de eleitor. Ele terá ainda a impressão digital do titular, foto e assinatura e contará com um sistema de tecnologia composto por microchip e os dados serão gravados a laser no documento.
No chip do RIC também estarão armazenadas informações como sexo, nacionalidade, data de nascimento, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, que será de 20 anos.
A cerimônia conta com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Ricardo Lewandowski – cujo tribunal é parceiro do Ministério da Justiça no projeto, contribuindo com as informações presentes no cadastro eleitoral.
O Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal foi designado pelo Ministério da Justiça para coordenar, armazenar e controlar o cadastro único de registros para evitar a duplicidade de documentos.
O RG continua valendo até que todos os cidadãos brasileiros tenham sido recadastrados. A previsão é que a substituição seja feita ao longo de nove anos.
Na primeira etapa da implantação, dois milhões de brasileiros serão selecionados para receber o RIC. O investimento previsto para este primeiro ano é de R$90 milhões e as primeiras cidades a participarem do projeto piloto serão Brasília (DF), Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN), Rio de Janeiro (RJ), Rio Sono (TO) e Salvador (BA).
fonte
Do UOL Notícias
Em Brasília
Os três primeiros novos documentos foram entregues, durante a solenidade, ao presidente Lula, à primeira-dama, Marisa Letícia e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
O RIC irá reunir em um só cartão os números de documentos como CPF (Cadastro de Pessoa Física), carteira de trabalho, CNH (carteira nacional de habilitação), passaporte e o título de eleitor. Ele terá ainda a impressão digital do titular, foto e assinatura e contará com um sistema de tecnologia composto por microchip e os dados serão gravados a laser no documento.
No chip do RIC também estarão armazenadas informações como sexo, nacionalidade, data de nascimento, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, que será de 20 anos.
O Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal foi designado pelo Ministério da Justiça para coordenar, armazenar e controlar o cadastro único de registros para evitar a duplicidade de documentos.
O RG continua valendo até que todos os cidadãos brasileiros tenham sido recadastrados. A previsão é que a substituição seja feita ao longo de nove anos.
Na primeira etapa da implantação, dois milhões de brasileiros serão selecionados para receber o RIC. O investimento previsto para este primeiro ano é de R$90 milhões e as primeiras cidades a participarem do projeto piloto serão Brasília (DF), Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN), Rio de Janeiro (RJ), Rio Sono (TO) e Salvador (BA).
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
GNU/LINUX não pega vírus?
O principal argumento utilizado atualmente para explicar o motivo do GNU/Linux ser invulnerável a vírus, trojans e afins, é o seu baixo índice de utilização. Atingindo pela primeira vez a marca de 1% dos computadores do mundo em 2009 (os mais otimistas falam em atuais 5%), o GNU/Linux representaria um índice desprezível para os crackers criadores de vírus. Porém esse argumento está longe de ser o principal e na minha opinião, sequer deve ser considerado um argumento, uma vez que criar um vírus não é algo assim tão complexo a ponto de desmotivar um destruidor compulsivo por causa de uma quantidade baixa de usuários.
Então, o que pode ser considerado um argumento?
O que caracteriza o sucesso de um vírus de computador é o mesmo que caracteriza o sucesso de um vírus biológico, ou seja, seu poder de propagação. Um vírus precisa de uma taxa de reprodução maior do que sua taxa de erradicação para que ele possa se propagar com sucesso. No GNU/Linux não temos apenas um motivo para seu sucesso em relação a vírus, mas sim um conjunto deles. Vamos começar pelo mais comum.Existem atualmente diversos tipos de vírus, que usando um linguajar menos técnico são os que destroem dados, os que roubam suas informações, os que usam seu computador como host para realizar outros ataques, entre outros; porém vamos deixar de lado essas várias vertentes e vamos falar sobre infecção de uma forma geral.
Para que um vírus possa fazer o seu trabalho, ele deve estar o máximo de tempo ativo na memória do seu computador e para que ele possa fazer isso é importante que ele se instale em algum programa essencial para o funcionamento do seu computador, ou seja, um programa que é carregado sempre que seu computador estiver em funcionamento. Dessa forma o vírus será carregado juntamente com esse programa e uma vez na memória ele poderá realizar qualquer tarefa que ele almeja.
Para que esse vírus possa “infectar” esses arquivos considerados essenciais, ele precisa de um acesso privilegiado a estes, ou seja, ele precisa ser executado por um usuário que tenha permissão de gravação/modificação desses arquivos essenciais e via de regra o único usuário com essa característica no GNU/Linux é o usuário root. É nesse momento que entra a primeira barreira a ser ultrapassada pelo vírus. A maioria das distribuições GNU/Linux voltada para usuários e atualmente até algumas utilizadas para servidores, não permitem que o sistema seja acessado através do usuário com superpoderes, o root.
Você não é capaz de fazer um login no sistema utilizando o root e só consegue permissão de superusuário após o login com um usuário menos privilegiado. Só depois, através de alguns comandos especiais, você poderá solicitar superpoderes de root para realizar ações especiais no sistema. É claro que através de algumas configurações você pode mudar esse comportamento, porém geralmente quem as utiliza são usuários mais experientes.
Uma vez que utilizamos o sistema através de um usuário menos privilegiado, nós só temos permissão de leitura nesses arquivos considerados essenciais, assim se por um acaso acionamos um vírus, o máximo que ele poderá atingir são seus arquivos pessoais e provavelmente apenas naquele momento uma vez que ao ser reiniciado o vírus não terá mais como se auto instalar na memória, a não ser que seja novamente executado pelo usuário. Se estivermos abrindo um e-mail, um arquivo de procedência duvidosa ou realizando uma tarefa que solicite permissões especiais, devemos nos certificar que esse realmente é um arquivo de confiança e só então digitar a senha e confirmar a operação. Em outros sistemas operacionais que utilizam usuários com super-poderes para realizar tarefas banais, essa tela de confirmação não é necessária e quando você percebe, o vírus já se alojou nos arquivos essenciais.
Se alguém não sabe sobre qual tela de permissão de super-poderes que eu estou falando, abaixo está um exemplo:
Por isso é muito importante utilizarmos sempre um usuário comum para as tarefas do dia a dia e somente executarmos com superpoderes os aplicativos de confiança. Fique de olho na tela acima e só prossiga se estiver certo da origem do aplicativo que está solicitando as permissões. É aqui que entra a segunda barreira pelo qual o vírus deve passar.
Por ser um sistema de código livre, e na maioria das vezes gratuito, podemos instalar e utilizar softwares originais sem nenhum problema, a maioria das vezes instalamos a partir de repositórios oficiais que por padrão já vem configurado na maioria das distribuições. Isso já limita a ação do vírus de forma considerável e podemos fornecer permissão administrativa a esses softwares, uma vez que são provenientes de uma fonte confiável. Mesmo que o software desejado não faça parte do repositório oficial, não faz sentido ficarmos navegando em sites não oficiais procurando por versões “alternativas”, conhecidas também como crackeadas, para usarmos esses softwares, sendo que o mais inteligente é baixá-lo diretamente do fornecedor oficial.
Softwares como TweetDeck, Picasa, Opera, são softwares que não fazem parte do repositório oficial do Ubuntu, mas que podem ser baixados livremente através do site oficial de cada fornecedor. Mas se ainda assim você é fã de sites estilo baixaki (ieca!) você ainda pode verificar o checksum do arquivo. Talvez eu fale mais sobre checksum em um outro artigo, mas de forma resumida o checksum é uma “impressão digital” de um arquivo de qualquer formato, isso garante que o arquivo que você baixou é o mesmo disponibilizado pelo fabricante oficial, ou seja, se alguém alterou 1 byte sequer seja por boa intenção ou para adicionar um trojan, você pode se certificar pegando o checksum (ou hash) no site do fabricante e comparando.
Agora qual o motivo de você ir no site oficial baixar um checksum e depois baixar o arquivo por outro site não me pergunte. Talvez seja interessante se você está baixando por torrent ou algo do gênero. Portanto segue um exemplo rápido de como eu poderia validar o checksum do Banshee versão 1.9.0:
sha256sum banshee-1-1.9.0.tar.bz2
O que me retornaria:
90f70897b99574b82df65c5435c0691760a5f88f488d25b5bd2ad0a7a2cb986c banshee-1-1.9.0.tar.bz2
Depois seria só comparar com o valor oficial em http://download.banshee.fm/banshee/unstable/1.9.0/banshee-1-1.9.0.sha256sum
Com esse simples procedimento você pode assegurar que nenhum código malicioso estará embutido em um arquivo de origem duvidosa antes de “executá-lo”.
Pegando um gancho na palavra “executá-lo” podemos considerar este como sendo outra barreira para que o vírus ultrapasse. O sistemas GNU/Linux não possuem arquivos executáveis, o que determina se ele poderá ou não ser executado é a permissão de execução que você atribui a um arquivo. Dessa forma um arquivo descarregado no seu computador não pode ser autoexecutado pelo sistema operacional como um .SCR por exemplo. Antes, você terá que atribuir uma permissão de execução para que este possa ser executado e se ele precisar acessar arquivos restritos voltamos a etapa inicial da barreira que são as permissões de superusuário.
Conclusão
É isso que faz com que o GNU/Linux tenha um nível mínimo de infecção por vírus e é pela dificuldade de proliferação e não pelo número de usuários que não se tem interesse em desenvolver vírus para esse sistema operacional.Lembre-se de que um software ou sistema operacional pode aumentar sua imunidade a vírus e afins através de uma arquitetura inteligente, porém os principais anticorpos de um sistema operacional são seus usuários que devem procurar obter o maior conhecimento possível do produto que estão utilizando.
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sábado, 9 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Oque os gerentes de TI precisam saber antes de adotar o BrOffice
Muitas vezes somos chamados para apresentar o BrOffice para uma empresa. Nestes encontros, sempre surgem as mesmas perguntas. Resolvi então – para ajudar aos gerentes de TI das empresas que querem conhecer o BrOffice e para as empresas que prestam este serviço, escrever através de perguntas e respostas algumas verdades e mentiras que nos deparamos.
01 – O BrOffice é igual ao Office?
Não. É um programa concorrente que tem alguns recursos em menus diferentes. Alguns nomes de funções no Calc (planilha eletrônica) são diferentes como a função SOMASES da versão Office 2007 que tem que ser trocada pela SOMARPRODUTO.
Nota: Esta função SOMASES é apenas da versão Office 2007, aberto em versões anteriores como no Office 2003, a mesma não funciona.
02 – Quanto a análise por usuários e não pelo pessoal de TI, que resultados podemos obter?
Variáveis. Pois sem o conhecimento das características do BrOffice o que ocorrer de diferente poderá ser considerado falha do programa. E os usuários que irão testar o BrOffice não irão passar muito tempo deixando os seus afazeres até encontrar a solução que venha a suprir a sua necessidade. Este papel é a de uma consultoria. Isto quer dizer que simplesmente instalar o BrOffice nos micros da empresa e esperar que tudo saia bem é um erro gravíssimo.Talvez o maior dos erros pois em muitos casos nem mesmo o pessoal de TI conhece o BrOffice. este trabalho tem que ser feito em conjunto com um profissional que conheça o BrOffice para que os resultados possam ser melhor interpretados.
03 – O Office será eliminado 100% da uma empresa?
Não – infelizmente. Alguns recursos possuem nomes diferentes ou estão em outros menus ou não existem por enquanto. E alguns setores que trocam aquivos EDITÁVEIS com outras empresas/ pessoas, talvez terão que permanecer com o Office. O papel de uma consultoria é identificar quais realmente necessitam manter o Office e o porque.
Também temos resultados positivos com migração em 100%, mas é raro.
04 – Se não é para eliminar toda a despesa com licença, por que devo usar o BrOffice?
Economia. Se for possível migrar (passar a usar o BrOffice) em 30% dos computadores, teremos então uma economia significativa. Estes 30% referentes ao valor que seria pago pelas licenças não é obtido em desconto, ou seja mesmo com treinamento obtemos economia.
05 – As licenças tem duração?
Sim. O problema do pagamento com licenças é que as mesmas precisam ser constantemente renovadas. O mais “interessante” é que a empresa não se torna dona do software – pois não pode por exemplo usar em um novo computador que isto será crime. Então se a empresa tem hoje 100 micros e 100 licenças, se compro mais 10 micros e usar as mesmas licenças neste, estará a empresa comentendo crime de pirataria de software. Sendo necessário adquirir mais licenças.
06 – O BrOffice é um programa de aventureiros?
Não. O projeto internacional data de 2000 (http://about.openoffice.org/index.html). No Brasil o mesmo está presente desde 2002 (http://www.broffice.org/sobre).
Empresas como: Banco do Brasil, Petrobrás, Itaipú, FIRJAN, FIEC, diversos ministérios e instituições por todos o Brasil usam BrOffice. O Governo do Estado do Ceará em todas as suas secretarias, Prefeitura de Fortaleza (escolas públicas tem hoje laboratório de informática graças a adoção de Linux e BrOffice que gerou economia para a infra-estrutura das mesmas), Grupo J.Macêdo, Marisol (desde 2004), Correios, dentre várias outras fazem uso do BrOffice há muitos anos o que demonstra que a produtividade, qualidade, e diretrizes das mesmas não foram modificadas por causa da escolha do BrOffice.
07 – É necessário treinamento para que uma empresa passe a usar o BrOffice?
Sim. As pessoas são resistentes a mudança quando a mesma é imposta. Faça um teste simples. Cruze os seus braços. Veja qual braço está por cima. Descruze os braços e cubra novamente mas desta vez, o braço que estava por cima ficará por baixo… Incomoda não?… Saiba que sempre que saimos de nossa zona de conforto não achamos isto vantajoso.
Quando apenas instalamos o BrOffice nos computadores dos usuários,saiba que estamos tirando os mesmos de suas zonas de conforto. É fato mais que comprovado que empresas que possuem muitas reclamações sobre o BrOffice, são aquelas que não tiverão um treinamento eficaz no mesmo. Nem mesmo uma palestra e se quer foi mostrado onde os usuários podem tirar as suas dúvidas como nas listas de discussão, Rau-Tu, dentre outras formas de ajuda.
08 – O BrOffice é incompatível com o Office da Microsoft®?
Não. Veja bem. Se um usuário tem a versão do Office 2007 e manda um arquivo para um outro usuário que tem a versão 2003 – sem modificar o seu formato para a versão indicada, o usuário que recebe não poderá abrir este arquivo. Entretanto, se este usuário tiver o BrOffice poderá no mínimo abrir este arquivo independente se o recebe na versão 2007 ou na versão 2003.
Então quem é incompatível? Um programa de uma empresa que não consegue abrir documentos feitos em seu mesmo programa porém de versões diferentes ou um programa diferente que no mínimo irá abrir o arquivo de qualquer outra versão? Então parem com esta coisa de dizer que o BrOffice é incompatível com o Office. O Office é que é incompatível até com ele mesmo.
Bom é isto. Espero que agora tenhamos mais argumentos e respostas para as perguntas que mais recebemos em reuniões com a equipe de TI e empresários.
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01 – O BrOffice é igual ao Office?
Não. É um programa concorrente que tem alguns recursos em menus diferentes. Alguns nomes de funções no Calc (planilha eletrônica) são diferentes como a função SOMASES da versão Office 2007 que tem que ser trocada pela SOMARPRODUTO.
Nota: Esta função SOMASES é apenas da versão Office 2007, aberto em versões anteriores como no Office 2003, a mesma não funciona.
02 – Quanto a análise por usuários e não pelo pessoal de TI, que resultados podemos obter?
Variáveis. Pois sem o conhecimento das características do BrOffice o que ocorrer de diferente poderá ser considerado falha do programa. E os usuários que irão testar o BrOffice não irão passar muito tempo deixando os seus afazeres até encontrar a solução que venha a suprir a sua necessidade. Este papel é a de uma consultoria. Isto quer dizer que simplesmente instalar o BrOffice nos micros da empresa e esperar que tudo saia bem é um erro gravíssimo.Talvez o maior dos erros pois em muitos casos nem mesmo o pessoal de TI conhece o BrOffice. este trabalho tem que ser feito em conjunto com um profissional que conheça o BrOffice para que os resultados possam ser melhor interpretados.
03 – O Office será eliminado 100% da uma empresa?
Não – infelizmente. Alguns recursos possuem nomes diferentes ou estão em outros menus ou não existem por enquanto. E alguns setores que trocam aquivos EDITÁVEIS com outras empresas/ pessoas, talvez terão que permanecer com o Office. O papel de uma consultoria é identificar quais realmente necessitam manter o Office e o porque.
Também temos resultados positivos com migração em 100%, mas é raro.
04 – Se não é para eliminar toda a despesa com licença, por que devo usar o BrOffice?
Economia. Se for possível migrar (passar a usar o BrOffice) em 30% dos computadores, teremos então uma economia significativa. Estes 30% referentes ao valor que seria pago pelas licenças não é obtido em desconto, ou seja mesmo com treinamento obtemos economia.
05 – As licenças tem duração?
Sim. O problema do pagamento com licenças é que as mesmas precisam ser constantemente renovadas. O mais “interessante” é que a empresa não se torna dona do software – pois não pode por exemplo usar em um novo computador que isto será crime. Então se a empresa tem hoje 100 micros e 100 licenças, se compro mais 10 micros e usar as mesmas licenças neste, estará a empresa comentendo crime de pirataria de software. Sendo necessário adquirir mais licenças.
06 – O BrOffice é um programa de aventureiros?
Não. O projeto internacional data de 2000 (http://about.openoffice.org/index.html). No Brasil o mesmo está presente desde 2002 (http://www.broffice.org/sobre).
Empresas como: Banco do Brasil, Petrobrás, Itaipú, FIRJAN, FIEC, diversos ministérios e instituições por todos o Brasil usam BrOffice. O Governo do Estado do Ceará em todas as suas secretarias, Prefeitura de Fortaleza (escolas públicas tem hoje laboratório de informática graças a adoção de Linux e BrOffice que gerou economia para a infra-estrutura das mesmas), Grupo J.Macêdo, Marisol (desde 2004), Correios, dentre várias outras fazem uso do BrOffice há muitos anos o que demonstra que a produtividade, qualidade, e diretrizes das mesmas não foram modificadas por causa da escolha do BrOffice.
07 – É necessário treinamento para que uma empresa passe a usar o BrOffice?
Sim. As pessoas são resistentes a mudança quando a mesma é imposta. Faça um teste simples. Cruze os seus braços. Veja qual braço está por cima. Descruze os braços e cubra novamente mas desta vez, o braço que estava por cima ficará por baixo… Incomoda não?… Saiba que sempre que saimos de nossa zona de conforto não achamos isto vantajoso.
Quando apenas instalamos o BrOffice nos computadores dos usuários,saiba que estamos tirando os mesmos de suas zonas de conforto. É fato mais que comprovado que empresas que possuem muitas reclamações sobre o BrOffice, são aquelas que não tiverão um treinamento eficaz no mesmo. Nem mesmo uma palestra e se quer foi mostrado onde os usuários podem tirar as suas dúvidas como nas listas de discussão, Rau-Tu, dentre outras formas de ajuda.
08 – O BrOffice é incompatível com o Office da Microsoft®?
Não. Veja bem. Se um usuário tem a versão do Office 2007 e manda um arquivo para um outro usuário que tem a versão 2003 – sem modificar o seu formato para a versão indicada, o usuário que recebe não poderá abrir este arquivo. Entretanto, se este usuário tiver o BrOffice poderá no mínimo abrir este arquivo independente se o recebe na versão 2007 ou na versão 2003.
Então quem é incompatível? Um programa de uma empresa que não consegue abrir documentos feitos em seu mesmo programa porém de versões diferentes ou um programa diferente que no mínimo irá abrir o arquivo de qualquer outra versão? Então parem com esta coisa de dizer que o BrOffice é incompatível com o Office. O Office é que é incompatível até com ele mesmo.
Bom é isto. Espero que agora tenhamos mais argumentos e respostas para as perguntas que mais recebemos em reuniões com a equipe de TI e empresários.
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